sexta-feira, 24 de junho de 2011

APRESENTAÇÕES NO MOMENTO CÍVICO

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Poema: Escola é - Paulo Freire

Apresentação: Professora Silvia e turma de 7º ano

... o lugar que se faz amigos Não se trata só de prédios, salas, quadros,
Programas, horários, conceitos...
Escola é sobretudo, gente
Gente que trabalha, que estuda
Que alegra, se conhece, se estima.
O Diretor é gente,
O coordenador é gente,
O professor é gente,
O aluno é gente,
Cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor
Na medida em que cada um se comporte
Como colega, amigo, irmão.
Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”
Nada de conviver com as pessoas e depois,
Descobrir que não tem amizade a ninguém.
Nada de ser como tijolo que forma a parede,Indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,
É também criar laços de amizade,É criar ambiente de camaradagem,
É conviver, é se “amarrar nela”!
Ora é lógico...
Numa escola assim vai ser fácil!Estudar, trabalhar, crescer,
Fazer amigos, educar-se, ser feliz.
É por aqui que podemos começar a melhorar o mundo.
(Paulo Freire)

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Declaração Universal dos Direitos da Água   

Turma do 9º ano apresentando Declaração dos Direitos da Água
         
                   Em 22 de março de 1992 a ONU (Organização das Nações Unidas) instituiu o "Dia Mundial da Água", publicando um documento intitulado "Declaração Universal dos Direitos da Água". Eis o texto que vale uma reflexão:
1.- A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão, é plenamente responsável aos olhos de todos.

2.- A água é a seiva de nosso planeta. Ela é condição essencial de vida de todo vegetal, animal ou ser humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura.

3.- Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

4.- O equilíbrio e o futuro de nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

5.- A água não é somente herança de nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como a obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

6.- A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

7.- A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

8.- A utilização da água implica em respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

9.- A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

10.- O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.
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Apresentação Hino do Exército Brasileiro
Apresentação do Proemcro - Professoras Silvia e Sirlene - Hino do Exército
Apresentação do Proemcro - Professoras Silvia e Sirlene - Hino do Exército.

Hino do Exército

Nós somos da Pátria a guarda,
Fiéis soldados,
Por ela amados
Nas cores de nossa farda
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória
Em nosso valor se encerra
Toda a esperança
Que um povo alcança
Quando altiva for a Terra
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória
A paz queremos com fervor,
A guerra só nos causa dor
Porém, se a Pátria amada
For um dia ultrajada
Lutaremos sem temor
A paz queremos com fervor,
A guerra só nos causa dor
Porém, se a Pátria amada
For um dia ultrajada
Lutaremos sem temor
Como é sublime
Saber amar,
Com a alma adorar
A terra onde se nasce!
Amor febril
Pelo Brasil
No coração
Nosso que passe
E quando a nação querida,
Frente ao inimigo,
Correr perigo,
Se dermos por ela a vida
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória
Assim ao Brasil faremos
Oferta igual
De amor filial
E a ti, Pátria, salvaremos!
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória
A paz queremos com fervor,
A guerra só nos causa dor
Porém, se a Pátria amada
For um dia ultrajada
Lutaremos sem temor
A paz queremos com fervor,
A guerra só nos causa dor
Porém, se a Pátria amada
For um dia ultrajada
Lutaremos sem temor
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PRESERVANDO O MEIO AMBIENTE
Apresentação do 3º Ano - Professora Margarida
Apresentação do 3º Ano - Professora Margarida
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segunda-feira, 20 de junho de 2011

ESCOLA GETÚLIO VARGAS INICIA ESTUDOS PARA IMPLANTAÇÃO DO CONSELHO ESCOLAR


             No dia vinte de junho do ano de dois mil e onze aconteceu na E.M.E.F. Getúlio Vargas uma reunião onde foram tratados assuntos relacionados ao Conselho Escolar. Estiveram presentes os membros do Conselho Escolar, representados por Direção escolar, professores e pais de alunos. A coordenadora de Ensino Urbano Lucia Maria esclareceu aos presentes conhecimentos sobre o Conselho Escolar, ressaltou que são órgãos colegiados compostos por representantes das comunidades escolar e local, que tem como atribuição deliberar sobre questões político-pedagógico, administrativas, financeiras, no âmbito da escola. Enfatizou que cabe aos Conselhos, também analisar as ações e empreender e os meios a utilizar para o cumprimento das finalidades da escola. Explicou que eles representam a comunidade escolar e local, atuando em conjunto e definindo caminhos para tomar as deliberações que são de sua responsabilidade.
            Representam, assim, um lugar de participação e decisão, um espaço de discussão, negociação e encaminhamento das demandas educacionais, possibilitando a participação social e promovendo a gestão democrática. São, enfim, uma instancia de discussão, acompanhamento e deliberação, na qual se busca incentivar uma cultura democrática, substituindo a cultura patrimonialista pela cultura participativa e cidadã.

Atribuições do Conselho Escolar

*Elaborar o Regimento Interno do Conselho Escolar;

*Coordenar o processo de discussão, elaboração ou alteração do Regimento Escolar;

*Convocar assembléias-gerais da comunidade escolar ou de seus segmentos;

*Garantir a participação das comunidades escolar e local na definição do projeto político-pedagógico da Unidade Escolar;

*Propor e coordenar alterações curriculares na Unidade Escolar, respeitada a Legislação Vigente, a partir da análise entre outros aspectos, do aproveitamento significativo do tempo e dos espaços pedagógicos nas escolas;

*Propor e coordenar discussões junto aos segmentos e votar as alterações metodológicas, didáticas e administrativas na escola, respeitada a Legislação Vigente;

*Participar da elaboração do calendário escolar, no que competir a Unidade Escolar, observada a Legislação Vigente;

*Acompanhar a evolução dos indicadores educacionais (abandono escolar, aprovação, aprendizagem, entre outros), propondo quando se fizerem necessárias intervenções pedagógicas e/ou medidas sócio educativas visando à melhoria da qualidade social da educação escolar;

*Elaborar o plano de formação continuada dos Conselheiros Escolares, visando ampliar a qualificação de suas atuações;

*Aprovar o plano administrativo anual, elaborado pela direção da escola, sobre a programação e a aplicação de recurso financeiros promovendo alterações, se for o caso;

*Fiscalizar a gestão administrativa, pedagógica e financeira da Unidade Escolar;

*Promover relações de cooperação e intercambio com outros Conselhos Escolares.

               Para o exercício dessas e de outras atribuições que forem definidas segundo a autonomia da escola é indispensável considerar que a qualidade que se pretende atingir é a qualidade social, ou seja, a realização de um trabalho escolar que represente, no cotidiano vivido, crescimento intelectual, afetivo, político e social dos envolvidos, tendo com horizonte a transformação da realidade brasileira,o que não pode ser avaliado/medido apenas por meio de estatísticas e índices oficiais.


Texto extraído do Caderno 1 – Conselhos Escolares: Democratização da Escola e Construção da Cidadania.
Coordenadora expondo sobre o conselho escolar


Estudos
Coordenadora Pedagógica fazendo a ata do conselho escolar

Coordenadora Pedagógica fazendo a ata do conselho escolar

CURSO ELABORAÇÃO DE PROJETOS

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      ENCERRAMENTO DO CURSO E APRESENTAÇÃO DO PROJETO CADERNINHO DE LEITURA

         O Curso tem como proposta propiciar aos multiplicadores do ProInfo, gestores e professores de escolas o aprofundamento teórico sobre o conceito de projeto e suas especificidades no contexto escolar, bem como a articulação das práticas pedagógicas baseadas em projetos de trabalho com aspectos relacionados ao currículo e à convergência de mídias e tecnologias de educação existentes na escola.

Tem como foco principal o desenvolvimento de projetos com a integração de tecnologias;

• Identificar as contribuições das TIC ao desenvolvimento de projetos de sala de aula;

• Abordar o conceito de projeto a partir do resgate histórico relacionado com o contexto educacional e tecnológico (conceito-histórico, projetos em educação e integração de tecnologias ao desenvolvimento de projetos);

• Analisar o conceito de currículo na perspectiva da integração com as TIC

• Planejar e desenvolver o Projeto Integrado de Tecnologias no Currículo (PITEC).



GOVERNO DO ESTADO DE RONDONIA

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

PROINFO INTEGRADO
Curso: Elaboração de Projetos (40 h) Eixo 2: Currículo Atividade: 2.4 Biblioteca

Professora formadora: Izeni Alves Vilela

1 – Dados de Identificação

ESCOLA: E.M.E.F. Getúlio Vargas

PROJETO: Caderninho de Leitura

CURSISTAS: Delizia Gomes Ferreira

                        Maria Claudenisa L. Barbosa Pereira

                        Maria José de Brito

                       Rozimília Alves de Oliveira


Turma: Alunos do 2º ao 5º ano do ensino fundamental da Escola Municipal de Ensino Fundamental Getúlio Vargas

Período de realização: Março a Dezembro de 2011

Disciplina: Língua Portuguesa

Justificativa: Tendo em vista a dificuldade que alguns alunos apresentam na leitura e escrita, verificou-se que a mesma derivava da falta do hábito de ler cotidianamente, resultando na defasagem de assimilação, interpretação e compreensão do que se lia e se lê.

Partindo dessa constatação, o projeto “Caderninho de leitura” foi elaborado na escola com a finalidade de minimizar tal problemática e propor a aquisição do hábito de ler, ainda que inicialmente somente na escola.

Neste “Caderninho de leitura” os alunos encontram textos de diversos gêneros e tipos, cuja leitura lhes proporciona grande prazer, porque, em geral, sentem-se muito atraídos pelas músicas, poemas, piadas, conto de fadas, fábulas, dentre outros gêneros e tipos textuais por conto do ritmo e poeticidade presentes que, além de ensinar, também diverte e encanta ao mesmo tempo que aguça o prazer de ler e produzir textos.

Objetivo didático/pedagógico:

GERAIS:

• Estimular nos alunos o gosto pela leitura, ampliando o repertório para o trabalho de leitura e escrita.

ESPECÍFICOS:

• Desenvolver o comportamento leitor e escritor para ampliar o repertório com vistas às produções escritas;

• Estimular a leitura de diferentes gêneros textuais para melhorar a produção escrita;

• Despertar para as características que definem cada um dos diferentes gêneros;

• Ampliar a diversidade de gêneros textuais conhecidos pelas crianças;

• Desencadear atividades de leitura que exigem reflexão sobre a escrita convencional;

• Ajudar as crianças a avançarem nos seus conhecimentos sobre a escrita.

• Organizar os textos trabalhados em classe.

• Desenvolver atividades de leitura compartilhada

• Promover a leitura e consulta dos textos sempre que as crianças desejarem ou necessitarem

• Realizar leitura fluente com compreensão.

Abordagens/Estratégias/

Etapas:

DESENVOLVIMENTO

1º Passo:

• Implantação do Cantinho de Leitura na Sala de Aula;


2º Passo:

• Seleção dos textos de diversos gêneros textuais;

• Seleção e colagem no Caderninho de Leitura;

3º Passo:

 Valorização do cantinho de leitura como espaço prazeroso para a leitura;

 Conhecer os diversos tipos de histórias - fábulas - lendas - contos – trava-linguas, parlendas, história em quadrinhos, poesia, receita, bilhete

 Criar a hora da leitura.

 Haverá leitura em voz alta, observando fluência e dicção

 Leitura e discussão sobre as morais apresentadas nas fábulas;

 Proporcionar espaço para os alunos expressarem as suas opiniões e comentários

 Assistir fábulas em DVD no Laboratório de Informática

 Reprodução de textos com fantoches;

 Analisar as características das personagens na fábula; .

 Montar um livro com as produções de textos realizadas pelos alunos.


Avaliação:

A avaliação será contínua, desde o início até o seu término desse projeto, com o acompanhamento dos alunos, através da observação diária, observando-se o seu desenvolvimento mediante os critérios pré-estabelecidos de acordo com os objetivos propostos neste trabalho.

Também a observação das formas de expressão das crianças, de seu envolvimento e satisfação nas próprias produções.

No decorrer deste projeto, serão colhidos depoimentos dos alunos apontando os pontos positivos e negativos da realização deste projeto.

Material a ser utilizado:

RECURSOS HUMANOS

 Professores

 Alunos

 Coordenação Pedagógica

RECURSOS MATERIAIS

Fichas de diversos gêneros textuais.

Cadernos

Fantoches de diversos tipos;

Computador

Impressora

Câmera fotográfica,

Microfone

Caixa de som

aparelho de som/ cd

Referências Bibliográficas:

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário Aurélio da língua Portuguesa. 2. ed. Rio de Janeiro, Editora Nova Fronteira, 1986.

FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. 43ª edição. São Paulo: Cortez, 2002.

FOUCAMBERT, Jean. A criança, o professor e a leitura. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

JOLIBERT, Josette. Formando Crianças Leitoras. Trad. Bruno C. Magne. – Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.

PERRISSÉ, Gabriel. O Leitor criativo: a busca da leitura eficaz. São Paulo: Omega Editora, 2001.

RUSSEL, Bertrand. “O elogio ao Ócio”. in O elogio ao Ócio. trad. Pedro Jorgensen Júnior. Rio de Janeiro: Sextante, 2002. p. 23 a 35.

APRESENTAÇÃO DO PROJETO CADERNINHO DE LEITURA
DATA 20/06/2011












quinta-feira, 16 de junho de 2011

PROJETO CADERNINHO DE LEITURA




Ana Maria Lessa de Castro
Delizia Gomes Ferreira

(E.M.E.F. Getúlio Vargas)

            O projeto “Caderninho de leitura” tem seu foco na prática cotidiana de leitura, bem como no aprimoramento da linguagem escrita dos estudantes na Escola Municipal de Ensino Fundamental Getúlio Vargas no 3° e 4° anos. O objetivo é ampliar o vocabulário, o repertório lingüístico e propiciar a reflexão e o posicionamento crítico perante uma leitura, além de proporcionar prazer ao ler.
            A leitura de diferentes textos exige dos alunos o domínio de habilidades que decorre da prática da mesma na trajetória escolar. Por isso sua prática pressupõe um ambiente agradável, iluminado e arejado.
            Com o propósito de possibilitar uma formação eficaz de leitores, no projeto “Caderninho de leitura” serão exploradas obras de variados gêneros textuais, mas com maior ênfase naqueles que se destinam ao público infantil, pois acredita-se que o prazer de ler deve ser estimulado na infância para que o individuo aprenda desde pequeno que ler é algo importante e prazeroso e, nesse sentido, as obras do universo infantil podem contribuir significativamente para se formar adultos leitores dinâmicos e perspicazes.
                     
  Palavras chaves: leitura, gêneros textuais, prática.
             Ler, segundo o Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, é o ato de “percorrer com a vista o que está escrito, proferindo ou não palavras, mas conhecendo-as;” (p. 1023). O ato de ler está, portanto, sempre relacionado à escrita, mas ler é algo muito mais complexo, não é só a decodificação de símbolos, é antes de tudo, entender o mundo, sons, símbolos, imagens, é interpretar o entorno. Jolibert (1994) diz que:
            Ler é ler escritos reais, que vão desde um nome de rua numa placa até um livro, passando por um cartaz, uma embalagem, um jornal, um panfleto, etc., no momento em que se precisa realmente deles numa situação de vida, “para valer” como dizem as crianças. É lendo de verdade, desde o inicio, que alguém se torna leitor e não aprendendo primeiro a ler... (JOLIBERT, 1994, p.15).
            Freire (1999) evidencia esse pensamento dizendo que “(...) a leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele”. (p.11).
           Na trajetória história da leitura, nota-se que o leitor sempre existiu. Contudo, o ensino da leitura, tomou as verdadeiras dimensões que ele necessita no processo de formação do homem contemporâneo. Com a Revolução Tecnológica o homem passou a ter várias atividades concomitantes, suas prioridades tornaram-se outras e os avanços tecnológicos trouxeram o que Russell (2002) conceitua como “os prazeres das populações urbanas” (p.32). As atividades de lazer passaram a ser ações passivas como ver televisão, assistir a filmes, ouvir rádio, entre outras.
            Essas atividades são consideradas passivas pelo autor, porque não exigem do indivíduo nenhum esforço físico e intelectual, já que estes esforços estão voltados para a vida profissional. Então, a leitura por prazer continua a não ser valorizada, gerando um tipo de indivíduo ao qual Perissé (2001) chama de “o pior analfabeto”, porque “sabe ler, mas não tem paciência para ler” (p. 10). Ele tem pressa, e o prazer no ato de ler não pode ter pressa, tem que ser lento, meditado, só dessa forma é possível libertar o pensamento.
              O ato de ler proporciona a descoberta do mundo da leitura, um mundo totalmente novo e fascinante. Entretanto, a sua apresentação à criança deve ser feita de forma atrativa, estabelecendo uma visão prazerosa sobre a mesma, de modo que torne um hábito contínuo. A leitura desenvolve a capacidade intelectual do indivíduo devendo fazer parte de seu cotidiano e desenvolvendo a criatividade e a sua relação com o meio externo.
              A infância é o melhor momento para o indivíduo iniciar sua emancipação mediante a função liberatória da palavra. É entre os oito e treze anos de idade que as crianças revelam maior interesse pela leitura. Por isso, o projeto “Caderninho de leitura”, por meio da prática contínua da leitura, pretende melhorar a linguagem oral e escrita dos estudantes, na escola Getúlio Vargas nos 3° e 4° anos, de modo a ampliar o vocabulário, o repertório lingüístico, incentivando a reflexão e o posicionamento crítico frente a leitura de modo que haja prazer no ato de ler diferentes textos.
              Tendo em vista a dificuldade que alguns alunos apresentam na leitura e escrita, verificou-se que a mesma derivava da falta do hábito de ler cotidianamente, resultando na defasagem de assimilação, interpretação e compreensão do que se lia e se lê.
              Partindo dessa constatação, o projeto “Caderninho de leitura” foi elaborado na escola com a finalidade de minimizar tal problemática e propor a aquisição do hábito de ler, ainda que inicialmente somente na escola.
               Neste “Caderninho de leitura” os alunos encontram textos de diversos gêneros e tipos, cuja leitura lhes proporciona grande prazer, porque, em geral, sentem-se muito atraídos pelas músicas, poemas, piadas, conto de fadas, fábulas, dentre outros gêneros e tipos textuais por conto do ritmo e poeticidade presentes que, além de ensinar, também diverte e encanta ao mesmo tempo que aguça o prazer de ler e produzir textos.
                 A leitura de diferentes textos exige dos alunos o domínio de habilidades que adquirem com a prática no decurso da trajetória escolar. Para cada tipo de leitura há uma maneira de executá-la: silenciosa, visual, auditiva, oral. Para a sua prática exige-se um ambiente agradável, iluminado e arejado. E para que seja desfrutado este prazer, usar-se-á na confecção do Caderninho de leitura obras literárias de variados autores que escrevem para e sobre o universo infantil.
               Pela leitura descobre-se um mundo novo, cheio de coisas desconhecidas. Portanto, o prazer de ler deve ser estimulado na infância, para que o individuo aprenda desde pequeno que ler é algo importante e prazeroso e, assim, se formará um adulto culto, dinâmico e perspicaz.

                                         Referências Bibliográficas
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário Aurélio da língua Portuguesa. 2. ed. Rio de Janeiro, Editora Nova Fronteira, 1986.

FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. 43ª edição. São Paulo: Cortez, 2002.

FOUCAMBERT, Jean. A criança, o professor e a leitura. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

JOLIBERT, Josette. Formando Crianças Leitoras. Trad. Bruno C. Magne. – Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.

PERRISSÉ, Gabriel. O Leitor criativo: a busca da leitura eficaz. São Paulo: Omega Editora, 2001.

RUSSEL, Bertrand. “O elogio ao Ócio”. in O elogio ao Ócio. trad. Pedro Jorgensen Júnior. Rio de Janeiro: Sextante, 2002. p. 23 a 35.













SEMANA DA CIDADANIA

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sexta-feira, 3 de junho de 2011

INTERCÂMBIO SOBRE O MEIO-AMBIENTE NA ESCOLA GETÚLIO VARGAS

Conscientização Ambiental na Escola

    No dia 03 de junho, a EMEF Getulio Vargas promoveu um intercâmbio sobre o Meio-Ambiente e para tanto, recebeu as escolas: EMEF Olavo Bilac, EMEIEF Regina Sperfeld Sebold, EMEF Uni Campo, EMEF Americo Vespúcio e EEEFM Tancredo de Almeida Nevesda cidade de Cerejeiras. Todas as escolas vieram com seus professores, diretores e coordenadores pedagógicos. O evento contou com a presença da Secretária Municipal de Colorado, Fatima Notaro; do Professor Mestre José Elias que se fez presente representando o Secretário Municipal de Cerejeiras, José Carlos Valendorff; do Padre Adão com suas lindas mensagens e musicas; da Coordenadora do Ensino Municipal Maria José de Brito que foram recepcionados pela Diretora da escola, Ana Maria e pela Coordenadora da escola, a professora Delizia.
           Foram apresentados os temas: Meio-Ambiente, Queimadas, Lixo, Desmatamento, Camada de ozônio, Diversidade Ambiental, Preservação, Água e Reciclagem na forma de paródias, dramatizações, músicas e danças.
          Com esta proposta, entendemos que é muito importante trabalhar sobre o meio ambiente buscando o conhecimento e a conscientização das crianças que serão nossos futuros cidadãos. Pois quando uma criança aprende e entende sobre a importância de preservar e cuidar do meio em que vive, ela com certeza será um cidadão responsável e comprometido com a sociedade da qual faz parte, sendo capaz de estabelecer relações, interagir, transformar e reelaborar neste meio e em outras realidades.






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